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Mostrando postagens de Fevereiro, 2013

UM CAMPO MAGNÉTICO?

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-fenômeno da mãe  natureza-

O Sr. José Antônio Marques, após ter feito a doação de uma peça de ferro fundido não identificada, ao Museu Histórico e Pedagógico “Prof. Flávio da Silva Oliveira”, contou um fato que sucede nas proximidades do “Rancho da Vani”, rancho esse localizado a beira do Rio Mogi Guaçu, abaixo da Ilha dos Patos, onde desemboca o Rio Claro.

Segundo ele, por várias vezes consecutivamente estacionou seu veiculo num determinado lugar, e quando encerra a sua jornada de trabalho, vai ele ligar a chave no contato, nada de ligar, a bateria mesmo sendo nova e na garantia, está sem carga? O fato acontece sempre quando vem chuva prolongada.
Outras pessoas também estacionaram seus veículos neste local, e o fato continua a bateria descarrega totalmente. Isso causa um transtorno, e cada um tem uma opinião do que possa ser. O comentário usual é que neste local deve ter um "campo magnético?". 
Num certo dia  aconteceu de novo, sem condições de retornar a sua moradia, a soluçã…

UM PÉ DE JATOBÁ

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A sabedoria dos caboclos passa de gerações em gerações, sendo que segundo o meu avô “Zeca Bem” já falecido, dizia que a árvore conhecida por jatobá servia como alimento, porém ouvi esta afirmação, apenas ficou gravada na memória, enfim morando na cidade, na capital de São Paulo encontrar tal árvore, podemos dizer que está em extinção,  achava um pouco difícil, mas por um acaso resolvi conhecer o  Pico do Jaraguá, e lá encontrei um pé de jatobá. Na tenra idade, tempos de criança a garotada andava pelo bairro do Heliópolis, região desabitada, desde o bairro Sacomã até o rio dos Meninos, divisa de São Caetano do Sul era tudo capoeira, no retorno da jornada, aparecíamos com vários frutos dessa árvore, e fazíamos vários anéis e colocávamos nos dedos, não recordo do alimento. É muito comum quando algum carpinteiro está madeirando uma edificação, casa de madeira ou de alvenaria, e passando nas proximidades a gente sente no ar um cheiro meio estranho, falando português claro parece cheiro de ch…

ANTIGAS BICICLETAS

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O meu pai comprou uma bicicleta de “meia corrida” para ir trabalhar, tinha farol, foi com a tal que aprendi a andar, logicamente que durante o aprendizado levei vários tombos, e que tombos.
Num certo dia da semana eu peguei a bicicleta sem ordem e fui rodar pelas ruas empoeiradas da Vila Carioca, horário noturno.
Entre umas voltas e outras resolvi parar e fui estacionar a magrela em frente da sede do Juvenil Flor da Vila F.C., sede localizada na Avenida Carioca com a Rua Lício de Miranda.
Durante a semana sempre havia um torneio de ping-pong (tênis de mesa) e que quem fosse o campeão ganhava um litro de groselha e 1 litro de leite gelado, que misturavam tudo e dividiam entre todos que ali estavam.
Eu fiquei ali observado o torneio e esqueci da bicicleta, terminado o torneio sai pra fora da sede, e cadê ela?  Estou frito, vou levar uma surra daquelas. Pensei quem será que roubou? Sumiu e agora como é que vou chegar em casa sem a bicicleta. Andei pra lá e pra cá, nada de achar, essa hora qu…

Ibirapuera 59 anos

Ibirapuera foi também construído por Benedicto Osório de Oliveira. Belo parque com variedades de plantas Ipê roxo era uma árvore preferida do meu pai. Realmente, meu pai foi servidor público municipal e Ajudou na construção, isso lá por volta de 1953/1954. Parece que foi ontem, mas ele faleceu dia 12 de agosto de 1968. Unido com outros servidores, lotado na Divisão de Parques e Jardins É um dos mais Importantes parques ecológicos da capital de São Paulo Rufam os tambores... Agora é só comemorar, que viva os "Encantos da natureza”.
Juramento Ecológico Universal
“Eu, ecologista ou naturalidade e parte integrante do reino animal, vegetal e mineral deste planeta, perante o Ser Supremo, juro com todos os desejos, propósitos e forças de minha alma, repor, defender e preservar a natureza e fazer cumprir as leis existentes em favor do meio ambiente. Assim sendo, assumo o compromisso de, em qualquer circunstancia e juntamente com os irmãos ecologistas do mundo, trabalhar voluntária e gratuitamente …

QUE SONHO LEGAL...

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Medo de tomar injeção

Eu morava juntamente com os meus familiares na Rua Lício de Miranda, entre as Ruas Amadis e Rua Aída, bem próximo da sede do clube varzeano Pátria Futebol Clube, não recordo o meu problema de saúde, mas tinha que tomar várias injeções nas nádegas.
A farmácia do “Seu Romeu” ficava pertinho de casa, na Rua Aída, e fomos nós andando, minha mãe  na frente e eu atrás rumo à farmácia. A minha mãe conversa com o farmacêutico, daí o farmacêutico pega uma latinha com seringas, escolhe  uma ferve para imunizar, bota qualquer liquido e vai experimentando pra saber se a agulha da seringa não estava entupida, percebi que estava tudo certo, pois saia alguns pingos de que não sei.
Nesse ínterim de experimentar a seringa dei no pé, sai correndo pra casa entrei no quarto, e me escondi debaixo de uma cama marca “Patente” que nela usávamos um colchão de palha (paia de milho com sabugo e tudo, com travesseiro com pena de galinha), só que ninguém me viu esconder debaixo da cama, passei pelo corredor que nem…

Lembrando do meu avô José Pereira Tangerino (Zeca Bem)

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1894+1986
Lembranças do meu avô Zeca Bem...Conversando com a parenta Ana Reducino, por parte da avó Julia Alves Pereira, fiquei sabendo que: José P. Tangerino (Zeca Bem), conhecido também pelo apelido de “O catireiro”, isso em razão de fazer parte de um grupo de catireiros.
Ele era de estatura baixa, nem gordo nem magro, mas dotado de uma sabedoria. Tinha muita austeridade e pureza, dizia ele: “eu sou caboclo que nasci na Fazendinha, morei num pequeno sitio, casinha pau-a-pique, coberta de sapé, chão batido, que nela tinha um fogão de lenha”.
O sítio foi doado ao meu pai Manoel Tangerino em 1800?  Pelo governador da província, parte de uma pequena “sesmaria”, entre as famílias: Reginaldo; Carlindo; Lima; Reducino; Tangerino e outras mais que não me recordo agora. Que ficava a beira de um rio, que chamavam de Ribeirão Bonito, com água cristalina, e muitos peixes para pescar, era uma beleza.
Pessoa alegre, cheio de prosa, velho contador de “estórias e causos” e que no som de uma viola, …

POR UMA QUESTÃO DE INFORMAÇÃO!!!

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Por uma questão de informação, resolvi procurar nos arquivos do Museu Histórico e Pedagógico “Prof. Flávio da Silva Oliveira”, um arquivo sobre a história de Porto Ferreira, e encontrei um belo relato escrito pelo meu amigo “Orestes Rocha”, de saudosa memória. Texto este publicado  no Jornal “A Semana” - 8-12-2006, cujo título foi: RETRATO DO PASSADO. Baseando no texto acabei criando um simples acróstico, resumindo a história, mas inserindo também o conteúdo extraído.
Com a facilidade de pesquisar na web, digitei a palavra no link da Google, e encontrei a informação sobre o nome completo de Dom Pedro II, e as explicações de todos que foram agregados, mas na verdade  ficou conhecido com o título final de Dom Pedro II.
Dom Pedro II Dom Pedro II O imperador do Brasil, já previa o fim da Monarquia quando visitava
Porto Ferreira com a sua comitiva, isto Em 1888, e a povoação toda engalanada. Dr. Chicão Amaral  foi seu compadre, e no vapor Rio Bonito desceu até a Fazenda Paulicéia Onde sua majestad…

Alo. Café Jambo às suas ordens!

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Recebi esta fotografia pelas mãos de minha genitora, já com os seus 85 anos no jardim da vida. Que me fez voltar a 1953, quando conhecemos O Sr. Antonio Meireles e Dona Salime Meireles, sócios - proprietários da Torrefação e Moagem “Café Jambo”, empresa estabelecida na Rua Silva Bueno, 2258, Sacomã - Ipiranga-SP.
Minha mãe foi trabalhar nesta empresa e eu também consegui um empreguinho. Entrava cedo, ia até a hora do almoço, ia pra escola, fim de aula retornava e ia até às 17:30Hs. Foi nesta empresa que conheci também o telefone, até então não conhecia. Não tinha ninguém no momento o telefone tocou, fui atender, fiquei perdido, mas peguei o aparelho botei no ouvido e disse: “Alô. Café Jambo às suas ordens...”.
A Dona Salime era de origem síria - libanesa, tinha um coração sem tamanho, isto por sua bondade, foi madrinha de batismo do meu irmão Antonio, e em 1981, 28 anos depois  foi madrinha de casamento também do mano Antonio.
Ela expressava uma frase costumeiramente que nunca esqueci: “…

Falando da minha juventude, 1966

Na minha juventude época que residia no Jardim Botucatu – Saúde - SP, trabalhava no ramo gráfico, exercia a profissão de tipógrafo paginador, que era um trabalho paciencioso, muito detalhado, passando por várias empresas, sempre conversávamos uns com os outros colegas de trabalho sobre questões de saúde.
Isso em razão de que nos meses de inverno era e é comum às pessoas serem contaminadas por vírus, daí resultando gripes, resfriados e congêneres. Todo mundo tinha uma receita na ponta da língua.  Tome isso e aquilo, é muito bom.
Propagandas veiculadas na mídia a todo o momento induzindo a juventude tomar vitamina C, cálcios, caracu batido com ovo no liquidificador e outras coisas mais, tudo isso, enfim como eu tinha muitas atividades, trabalhava de dia, praticava esportes no de noite no SESI e por um desgaste físico normal resolvi acatar tais sugestões. E lá vou eu tomar injeções de vitamina C, e tomar caracu com ovo.
Um ano depois senti um dor de lado, rolava pelo chão e não sabia, n…

Radio Pirata, anos 70

Américo, o portuguesinho meu amigo de infância
Na época fiz um acordo com a empresa que trabalhava na Gráfica Orbis (Cambuci)  ocasião que recebi uma boa quantia em dinheiro, vi um anuncio no jornal, que estava vendendo vários instrumentos musicais. Não pensei duas vezes, liguei para o telefone e fechei a  compra. Comprei  uma guitarra, uma pianola Hering, que ligava na tomada, uma bateria completa, pedestal com microfone e outros apetrechos musicais.
Meu vizinho amigo Américo gostava de tocar violão e quando viu a minha guitarra ficou meio doidão, queria aprender de qualquer jeito. Eu não tinha a caixa de som (amplificador), ele tinha, fizemos um acordo ele me emprestava à caixa de som eu a guitarra. Dias depois outros colegas até então não sabia que tocavam qualquer instrumento musical ao ver os barulhos dos ensaios, aproximaram e acabamos  formando um grupo musical, aproveitamos o nome do antigo conjunto “The Kings Boys”, traduzindo para o português “Os Jovens Reis”.
Era eu na san…

JEAN GABRIEL VILLIN, IMORTALIZOU A IMAGEM DO SACI

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Inicia o ano novo,  para muitos as férias já acabaram, para outros não, mas o tempo não volta pra atrás, vai seguindo seu curso normal, enfim o mês de janeiro já vai indo embora.
Dia 1.o confraternização universal, dia 6,  Santo Reis, dia 20 São Sebastião, dia 25 São Paulo, que comemorou 459 anos, e outros dias menos comemorativos. Fevereiro já vai sendo anunciado enfim o reinado de momo se aproxima. Basta ligar a televisão ver e ouvirem  as musicas enredos das escolas de samba, e a beleza da mulher brasileira, ou melhor, a nudez feminina tipo exportação, neste momento já estamos na quaresma.
Na miscelânea televisada  o futebol marca sua presença e não podia ser diferente, pois é, um comércio muito lucrativo, onde todos ganham.
O Campeonato paulista já deu sinal que na sequência dos jogos será empolgante, mas  o que e chamou a atenção é o atleta  do Corinthians Paulista por apelido de saci. O jovem atleta é um nato ciscador, ou melhor, um bom driblador que promete, vamos aguardar.
Di…

NÃO ME CONSIDERO SER UM POETA, MAS DOU UMAS CACETADAS!!!

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Não me considero um poeta ou coisa parecida, apenas escrevo  quando dá na veneta, apesar de que, tendo tempo disponível, pego a caneta, um caderno e vou tentando rimar o impossível. Sem obedecer às regras ortográficas, gramáticas e outras áticas mais. Enfim “Flor de Lácio” é a nossa referencia linguística e se enfeitar muito, será palavras ao vento. Será?
Desta vez recordei “fragmentos de memória”, fiz uma miscelânea de rimas, e deu no que deu. Segue abaixo:
Praça da Sé Temos uma bela Catedral Vamos rezar com muita fé Antes que venha um temporal. Eu trabalhava de office-boy na capital Andava por toda região a pé, de trem Também de ônibus – metrô só na foto de jornal Sempre na correria – no tal do vai e vem. Ia nas repartições publicas de toda ordem Na valise com muitos documentos Efetuava pagamentos – papéis em desordem Registros em cartórios e não faltavam emolumentos. O que via nos prédios mais antigos Elevadores ultrapassados Pessoas fundindo ouro com maçaricos Caso pegasse fogo m…

SOLIDÃO - NÉCO TANGERINO

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Observando a presente fotografia, o leitor logo pergunta: “onde está o carreiro”?
“A resposta, você obterá acompanhando a seguinte história: O carro-de-bois acha-se parado na Av. 24 de Outubro”, defronte a venda do Loureiro. Esse veiculo caipira, dotado de uma só junta animal, carregado de lenha, de cabeçalho alto e grosso igualando os bois a canga, grande rodas de fortes eixos com catorze raios cada roda, fueiros prendendo o  montante de lenha cerca de três metros cúbicos; carro-de-bois esse normalmente acostumado a ter em seu timão três a quatro juntas de bois pertenceu ao saudoso carreiro, Neco Tangerino, hoje patrono de rua em Porto Ferreira.
Alguém  encomendou a lenha, sequinha, para ser queimada no fogão caboclo, da época. A freguesa pode ter sido minha mãe, a dona Tereza Gentil, a dona Rosa de Almeida, a dona Jandira Dennuci... Ou dona Rosa Fenilli. Quem sabe? Todo mês chegava um carro-de-bois trazendo lenha do campo que eu e meus irmãos recolhíamos para debaixo do ranchinho, no…

JOÃO DO DIO

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JOSÉ PEREIRA TANGERINO “ZECA BEM” 1894-1986

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ZECA BEM
ERA O APELIDO DO MEU AVÔ MATERNO
CABOCLO JOSÉ PEREIRA TANGERINO, PANDEGO 
ARTEIRO COMO SÓ, CONTADOR DE CAUSOS
BATIA PALMAS, CANTAROLAVA, REZAVA TERÇO
E DANÇAVA A CATIRA COM O  ZÉ MINEIRO
MANÉZÃO E O DOCA TANGERINO.

QUI SCRIBIT, BIS LEGIT: FALANDO DE RAUL SEIXAS

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ISAAC SOARES DE SOUZAIsaac Soares de Souza, em
São Carlos fixou residência
Aprendeu a profissão tipógrafo paginador
Artes gráficas a sua paixão. Um
Compositor, raulseixista nato.

Suas musicas foram gravadas pela Banda Hangar XVIII,  por
Ora me apresenta o seu novo livro “Dossiê Raul Seixas, que
Acabo de receber um exemplar autografado.
Raul Seixas em certa ocasião trocou idéias com seu fã Isaac
E daí surgiu uma amizade transcendental. Raul
Seixas – Isaac Soares de Souza.
Digitei muitos textos do amigo Isaac
E gostei das suas andanças literárias, valorizando os artistas brasileiros.

Suas origens nos levam aos rincões de Pernambuco
Onde nasceu trazendo dentro de sua alma, no inconsciente
Um sentimento, que com muito prazer vai extravasando num “flash”
Zás trás ouvindo o som  da impressora “chup, lépt, plaft”.
Agora vamos lançar o livro em porto ferreira, dia 21 de outubro de 2011.

Enfim dia 21 de outubro de 2011 é o dia do contato, e será também uma noite de autógrafos. Evento esse que será realizado no…

SÓ USO PAPEL TICO-TICO

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Em 1959 eu consegui arrumar um trabalho numa banca de cereais, que foi no Mercado Municipal do Ipiranga, Rua Silva Bueno. O serviço era atender a clientela, pesando vários tipos de produtos alimentícios, cereais, engarrafar óleo em litros pra fazer comida, tais como: óleo de amendoim e de milho, sendo que o litro de óleo de milho era mais caro de todos,  fazer entregas etc., foi quando dias depois conheci a dupla “Casctinha&Inhana”, que moravam na Rua Lord Cockrane, mas isso é outra história.
Primeiro dia de serviço, fui atender um cliente, peguei a lista e fui separando todos os itens, e quando finalizou o pedido ele lembrou que faltava papel higiênico.
Disse taxativamente em casa: “só uso papel tico-tico”. O proprietário da banca respondeu: “Larga de frescura na sua terra você usava sabugo de milho”. E ficou nessa conversa... O cliente respondeu.  Tens razão lá na roça era assim mesmo.
Eu não entendi nada. O tempo passou, em 1965 viajei para Curitiba, quatro dias depois segui para …