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Mostrando postagens de Março, 2013

FEVEREIRO DE 2011

A partir do mês de fevereiro Passei a viver mais estressado Meteram a mão no meu dinheiro Cortaram beneficio acumulado. Eta Nego Moço foi o meu destino Região inóspita sem banheiro Zona rural que desatino A minha saúde complicou primeiro. Ia para o trabalho contrariado Ali não era meu o lugar Fazer o que sendo subordinado E lá tinha um chefe pra mandar. Vivendo isolado No local de serviço Vou escrevendo um ditado Rimando comendo chouriço. A cabeça entrou em parafuso Afinal resolver situações Desconhecidas  fiquei confuso Puxa vida porque tantas complicações. Fazer o que se  assim é a vida Transformações nas atividades Profissionais surgem na lida Vamos aguardar as novidades. Trabalhar no setor privado A politicagem partidária se extingue Não é fácil tolerar chefe aloprado Agora vou guardar meu estilingue. Se me oferecessem uma proposta Razoável eu chuto o pau da barraca Me livro deles saio de costa Vida nova e acaba essa inhaca. Por uma pericia médica passei O local de trabalho teve …

As carências da população...

As carências da população brasileira São muitas e as verbas são deslocadas por Vereadores, deputados, senadores e governadores Mas até chegarem ao destino parte vai pra algibeira. O dinheiro veio, mas as patacas sumiram... Café com pão manteiga não... piui No nosso Japão querido Um tsunami destruiu quase tudo Dois anos depois já está  construído Dando exemplo de honestidade ao mundo. O dinheiro veio, mas as patacas sumiram... Café com pão manteiga não... piui Políticos que pregam têm A democracia só de boca É dinheiro publico dinheiro privado Vive só de maracutaia ha coisa louca. O dinheiro veio, mas as patacas sumiram... Café com pão manteiga não... piui Preocupam com Copa do Mundo Constroem estádios a preços milionários E o povo coitado pobre Segismundo Enfim eles pensam que somos otários. O dinheiro veio, mas as patacas sumiram... Café com pão manteiga não... piui Os ditos líderes têm aos montes De todo os tipos e categorias Logo vão importar do Trasmontes. No Brasil pra fazer bem feitorias. O dinheiro veio, …

ACHOU UM PRÍNCIPE NA WEB

Uma jovem senhora, mãe de três filhos, por circunstâncias da vida  acabou se divorciando do marido, e a palavra final foi incompatibilidade de gênios, e cada um tomou o seu destino. Fazer o que dizia ela, meu casamento terminou, estou um pouco confusa, afinal tenho três filhos para criar, e viver de pensão não dá. Sorte que meus pais me deram um apartamento pra morar, e não entrou na divisão de bens. Nos tempos em que viveu casada, sendo ela filha única, aliás, digo, eram três irmãos, ela a caçula, seus pais sempre a ajudaram no orçamento da casa, o ex-marido não tinha uma profissão definida, e o que ele ganhava mal dava pra sustentar ele próprio. Agora respirando os ares da liberdade, resolveu trabalhar numa empresa de seguros, e assim foi sobrevivendo. E nesse interim de mulher divorciada entrou numa escola de informática para preencher o tempo, pensando num futuro melhor. Fez um curso básico de computação, e um ano depois já familiarizada com o computador, passou a ser a mais nova inte…

RIMANDO A ESMO

Digitei umas quadrinhas e deu no que deu



Jose Carlos de Oliveira Sou bisneto de Manoel Pereira Tangerino, Velho caboclo do Bairro Rural da Fazendinha, Também sou um ser peregrino, Vivo tocando sanfona e faço uma modinha. Sou neto de J. P. Tangerino Maria Massola de Oliveira Toco sanfona desde menino Nasci em Porto Ferreira. Agradeço o elogio de Vossa Senhoria, Enfim vivo navegando na web Pra mim é uma honraria, Com isso me sinto alegre. Escrevi algumas histórias, No blogue do Museu Que são causos e estórias, Fui tipógrafo e nunca fui ateu. Meu avô viveu 94 primaveras, Vivia cantando e dançando catira, Filho de um português de veras, Por ter nascido em Porto Ferreira me chamam de caipira. A Pátria-mãe…Brasil filho… Portugal terra dos descobridores. Pois é, vivo cá em Porto Ferreira, Nome originário da profissão ferreiro, Fui batizado por Brás Osório de Oliveira, Quem sabe um dia irei até Aveiro. Tio Brás foi meu padrinho de crisma, José Pereira Tangerino de batismo, Sem nenhuma cisma, Amo Portugal-Brasil mas nada d…

Tipógrafo

J.C.O. “Tangerynus”

Tipos ou caracteres foram muitos Importante na evolução da comunicação escrita. Progressivamente outras inovações surgirão. Agora O momento é da computação gráfica. A Globalização das comunicações. Realmente é um fato concreto, mas Alguns países ainda se mantem Fechados sobre essa questão de globalização. O pioneiro da tipografia foi o alemão Gutemberg.

Capela de São Benedito

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CAPELA SANTA RITA DE CÁSSIA, BOTAFOGO

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Em tempos passados nesta Capela de Santa Rita de Cássia, eram promovidos shows artísticos, na época não tinha essa grade de ferro. 

Os moradores e devotos de Santa Rita se reuniam, rezavam em frente, algumas barraquinhas vendiam vários tipos de iguarias, e finalizava com um baile, sendo que nós "Osmar (Lim) e Tangerynus" participávamos tocando teclado eletrônico e sanfona.

ARTES GRÁFICAS, TIPÓGRAFO

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ENCERRAMENTO DO CURSO DE TIPÓGRAFO



O Ferreirense
(27 de dezembro de 1936)

O tipógrafo
              Profissão nobre é a do tipógrafo!
          Enquanto no silencio da noite a humanidade descansa para o labor do dia seguinte, o tipógrafo debruçado sobre a caixa de tipos vai compondo com paciência inesgotável o jornal diário. E no dia seguinte, os vendedores apregoam aos quatro ventos o jornalzinho, e os indivíduos ávidos de saber as noticias mais recentes sobre política, religião, homenagens, o vão adquirir por alguns réis.
             Lido o jornal, os comentários fervilham em torno das noticias mais estrondosas, enquanto na humildade da sua tenda de trabalho o tipógrafo extenuado pela fadiga de composição e revisão da folha diária, jaz esquecido. (Cacique Auatá)


Texto copiado e  digitado por “Cacique Tangerynus”, tipógrafo-paginador. Essa profissão ligada as “Artes Gráficas”, foi extinta.

FALANDO DE ARTES GRÁFICAS

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Frequentando o meu primeiro ano escolar, no “Externato Menino Jesus”, ouvia a professora Dona Apolônia Carvalho Cruz dizer, escreva com letras de formas, e nada entendia disso. O tempo passou, foram quatro anos na escola e em 1958, recebia o tão esperado diploma. Nesse meio tempo já trabalhava, e aos 14 anos de idade fui trabalhar numa Tipografia, e aí conheci a tal letra de forma (caracteres tipográficos), de todos os tamanhos e famílias, e que eram muitos. Enfim as famílias de letras estão todas inseridas no sistema de informatização, que usamos ao digitar textos no computador. Nesta tipografia não aprendi lidar com os tipos, era apenas um servente, serviço de limpeza e afins, serviço geral. Ficava observando os tipógrafos nas montagens de matrizes, e achava aquilo uma tarefa bem complicada, pegar nas caixas letra por letra, ponto por ponto, colocar no componedor, e até os acentos eram postiços, isto nos tipos maiores, tinha que ter muita paciência. Era dia de fazer o “vale”, adiantamen…

MAPA CULTURAL PAULISTA, 2013 - PORTO FERREIRA

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Movimento Artístico, obá, em Porto Ferreira, e os Artistas agradecem a iniciativa.
Cultura em geral é Uma união de ideias Literárias, somando Todas as categorias. Ula lá, eu vou participar também. São Raras as oportunidades e não vou perder nessas Alturas do campeonato. Logo estarei me inscrevendo e participando.

JACU DA CIDADE - Bicho-de-pé

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Esta vida é engraçada, e nos causa surpresas no dia a dia, digo isso em razão de que, vivi uns tempos na capital de São Paulo, uns tempos também no litoral paulista, Gonzaga (Santos) e Cidade Ocian. Um belo dia estava na praia, vi uma pessoa muito parecida com a minha tia Venância e fui conversar com ela, mas me enganei não era a pessoa que pensava. Essa pessoa me fez imaginar que eu estava em Porto Ferreira, e na verdade estava na praia, bem próximo da estatua de Iemanjá, foi numa sexta feira santa, antecedendo o sábado de Aleluia. Resumindo, vendi o apartamento à beira da praia, e resolvi viajar para Porto Ferreira, fato esse que conversei com meu avô Zeca Bem, que estava nos meus planos ir morar na cidade de nascimento. Ele dizia: “si nóis viemus pra Sun Paolo, porque lá no Porto não tinha emprego, agora você quer morar lá?”. Respondi pra ele que ia sim, mesmo sem saber as condições de emprego! E assim foi, dia 17 de dezembro de 1983, estava eu chegando a Porto Ferreira, de mala e cuia,…

Porto Ferreira

Ferreira o nome do balseiro Tangerino era carreador Um caboclo bem ligeiro Vivia na labuta de lenhador. Da Fazendinha a cidade João  Tangerino viajava Carreando   seu carro de bois com vontade Próximo do rio Bonito o carro cantava. O som dos eixos nos ares Numa tônica variada Seus bois belos exemplares Na ida e na volta uma grande jornada. Regressando ao sitio na  Fazendinha Sua parada obrigatória era no Loureiro O armazém que vendia de tudo até redinha Fumo de corda pra fazer paieiro. Antes de beber pinga pura Uma dose  era para o santo Costume dos judeus de alma pura Que mudaram de religião apesar do pranto. Se não mudassem seriam inquiridos Pela Santa Inquisição papal Na época não tinham direitos adquiridos Isso passou faz parte da história universal.

Fora do sistema?

Conversando com o meu amigo Jairo Ignácio Franco, morador da Vila Brasilina sobre vários assuntos, dizia ele que aposentou no ramo gráfico e para reforçar o orçamento familiar se enveredou na profissão de taxista, não é grande coisa, mais ajuda, melhor do que ficar sem fazer nada, apesar de que trabalha apenas 6 horas por dia, ninguém aguenta mais o transito de São Paulo.          Foram 25 anos consecutivos numa só empresa, na Tipografia Aurora, empresa esta vinculada ao Instituto Monitor “Rádio & Televisão”, especializada na edição de revistas técnicas de eletrônica em geral, e também livros didáticos, ensino por correspondência, estabelecida na Rua General Couto Magalhães, na famosa boca do lixo, bem próximo da Estação da Luz.          Dizia que o tempo vai passando, quando se dá conta, já está com seus 66 anos no jardim da vida. Quando chega a casa dos 60 é preciso fazer alguns exames periodicamente, ver como é que vai a máquina corpórea.          Assim foi, ele foi até o…

“Zeca Bem o contador de histórias”

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José Pereira Tangerino (Zeca Bem), meu avô materno nasceu em 1894, no então povoado de Belém de Descalvado - SP, tempos do dom Pedro II, e que um dia resolveu imigrar para a capital de São Paulo com toda a sua família, a procura do “Eldorado”, que juntando com os compadres Benedicto e Brás adquiriram um terreno no bairro da Vila Carioca, isso nos anos de 1950, antes de mudar a família morou na Rua São Sebastião, 82, vizinho da família do "João Dio". 
Uma de suas irmãs a tia-avó Maria Cândido Pereira Tangerino *1880+1960, botou nele o apelido de “Zeca Bem”, não sei qual o motivo deste apelido, mas que pegou, pegou, todos o chamavam por esse apelido.
Ele na sua infância entrou numa escola rural do bairro da Fazendinha (parte de uma Sesmaria), terras doadas pelo governo da província, mas não conseguiu aprender, apenas assinava o seu nome, e ficava nervoso por não saber soletrar as lições da cartilha, que era “pata pá, pata pá”, enfim ele colocava o dedo fura-bolo na página  e nad…

Malhação de Judas... Vila Carioca - anos 50

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Na sexta-feira que antecedia o sábado de Aleluia a garotada do bairro já tinha vários bonecos de pano confeccionados, que dentro era colocado pó-de-serra, enchimento para dar forma, alguns dizem serragem, subproduto derivado do corte de toras (madeira).
A preocupação de todos era, pensar qual seria o personagem, aliás, quem seria o homenageado na figura do boneco (Judas) desta vez? Qual é o político que está na berlinda? Seria Adhemar de Barros, Jânio Quadros, Carvalho Pinto entre outros.
Sábado de madrugada, os bonecos já estavam colocados nos postes de energia elétrica (na época não tinha iluminação pública), e a gurizada  só esperando dar o meio dia, isto é, as indústrias do bairro soavam as sirenes anunciando que era 12 horas,  aí começavam a malhar todos os bonecos.
Entre a gurizada existia certa rivalidade, entre os que moravam na rua de cima com a rua de baixo, isto nas peladas de futebol, empinar pipas, rodarem pião, jogar bolinhas de vidro (bolinha de gude), e também no caso dos…

COBRA CORAL NO PORÃO?

Meu pai trabalhava de noite e dormia de dia, aliás, dormia pouco, em razão da poluição sonora produzida por uma metalúrgica, especializada na produção de extintores contra incêndio.
A metalúrgica instalada na Avenida Carioca fazia fundos com o nosso terreno na Rua Albino de Moraes, enfim tubos de ferro de vários tamanhos eram repuxados no torno, mediante o uso de potentes maçaricos, que além do barulho infernal produzia também a poluição do ar.
Digo isso, porque trabalhei por alguns meses nesta empresa e presenciava o trabalho dos torneiros-repuxadores, enfim era impossível dormir de dia. Reclamar aos proprietários não ia adiantar, tivemos que conviver com essa situação até o dia 21 de novembro de 1962.
Antecipadamente o meu pai comprou um terreno na Rua Prof. Lucas Nogueira Garcez, Jardim Botucatu (Saúde) e no dia 22 de novembro de 1962 mudamos para a nova casa. Foi um dia festivo, isso porque compramos a primeira geladeira da vida. Uma Gelomatic que durou mais de 30 anos, e também comp…

Pau seco que dá broto

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Dezembro de 1968.
Eu trabalhava na tipografia Andreotti, Rua Teixeira Leite, 174, bairro conhecido por "Treme treme". Na época, exercia a profissão de distribuidor tipográfico e já estava apto a montar matrizes de todo tipo, meses depois, já era tipógrafo-paginador.
O local de pegar o ônibus para ir ao Jardim Clímax era o mesmo de quando trabalhava na empresa Gravações Elétricas - "Discos Continental"; aliás, o ponto de ônibus era na Avenida do Estado, bem próximo da Mesbla.
Fim de ano o tempo esquenta. Tem sol, tem chuva, alguém dizia: "Sol e chuva, casamento de viúva", "Chuva e sol, casamento de espanhol". Não sei quem inventou tal frase, era um dito popular.
Nesse dia eu não portava guarda-chuva, e quando cheguei próximo do ponto veio um toró; fiquei todo molhado. Encontrei a ex-namorada no ponto de ônibus, o coração bateu mais forte, mas senti que já tinha perdido o páreo. Ela me dispensou meses atrás e casou com outro (assim eu soube por outras…

Se não beber vai levar bala

Vila Carioca, anos de 1950
Numa tardinha qualquer, dos anos de 1950, dois amigos adentraram num pequeno estabelecimento comercial, secos e molhados, mais conhecido por “Bar do Seu Arlindo”, localizado na confluência de duas ruas, Rua  Albino de Moraes com a Rua Abatixi.
Na verdade o estabelecimento era um misto de bar com mercearia, que muitas pessoas compravam fiado, tudo anotado na famosa “cardeneta”. A novidade é que ele também comprou uma TV, daí a garotada também freqüentava, para assistir desenhos animados, filmes de bang bang, e nos domingos era o dia tradicional, assistir partidas de futebol. Na época poucas pessoas do bairro possuíam televisão, e outros bares também usavam esse artifício para conseguirem mais fregueses.
Tínhamos no bairro de Vila Carioca, vários bares que tinham tevês, tais como: Bar do Spolon (Av. Carioca/R. Lício de Miranda); Bar do Zeca (R. Álvaro do Vale); Bar do Quincas(R. Lício de Miranda-r. Albino de Moraes); Bar do Américo (Av. Carioca-R. Abatixi) e Bar…

R. K. R. Tangerynus do Acordeon

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R.K.R. & Tangerynus é algo fenomenal
Com pouco tempo de sua formação
Atingiu seu espaço na mídia global
Primeiro cd gravado virou sensação.

Gravamos músicas com ritmos brasileiros
Misturando com afros - portugueses
Sem esquecer os estilos sertanejos
Visitaremos Portugal daqui alguns meses.

Nossa alegria é ver o povo dançar
Que vão rodopiando por todo salão
Tangerynus soca os dedos nos teclados
Acompanhando Rony – Karina – e Roma no vaneirão.

Kizumba virou mania
Febre rítmica envolvente
Que aderimos por magia
Que sobe no corpo de repente.

7 de setembro 2013

IPIRANGA-SP

Ipiranga foi o berço da nação, enfim da Pátria brasileira. Local onde foi proclamada a Independência ou Morte. A República Federativa do Brasil, anos depois foi Articulada, deixando de ser “Estados Unidos do Brasil”. Os Nomes de todos os patriotas denominam-se as ruas e logradouros públicos do bairro. O Grito do Ipiranga nos separou do “Império Colonial Português”. Avante Brasil, queremos viver num país cujo regime político seja a “DEMOCRACIA”.

Jardim Botucatu e adjacências

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Na década dos anos de 1960, uma enorme gleba de terras foi sendo desmembrada entre as vilas: Vila Moraes; Vila Brasilina; Vila N. S. das Mercês; Vila Caraguatá; Parque Bristol e adjacências, que daí surgiu novos distritos tais como: Jardim Santo Antônio; Jardim Botucatu; Jardim da Glória; Jardim Clímax; Jardim Maristela. Abaixo da Rua Professor Lucas Nogueira Garcez, atualmente Rua Brigadeiro Amílcar Veloso Pederneiras, indo no sentido da Avenida do Cursino, do lado esquerdo existia uma enorme chácara, local em que criavam suínos, carroções movido a tração animal e caminhões de lixo coletado na periferia ali iam sendo despejados, era uma espécie de aterro sanitário, na época ninguém falava em aterro sanitário.
Neste local  foi feito serviço de terraplanagem que transformou tudo num grande loteamento, pequenos lotes, lotes  esses medindo na sua maioria mais ou menos 10x25. Avenida Padre Arlindo Vieira que liga vários bairros a partir do trevo da Via Anchieta, 26º Distrito Policial – Sacom…