Visitando o zoológico da Água Funda - SP


FERRAMENTA DE SAPATEIRO

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Num domingo qualquer resolvi ir ate o Jardim Zoológico da Água Funda - SP, próximo da residência em que morei por muito tempo com a minha família, casa esta em que ainda residem a minha mãe e mais alguns irmãos e irmã, na Rua Prof. Lucas Nogueira Garcez - Jardim Botucatu - SP.

Andando a pé pela Avenida do Cursino levei apenas 40 minutos até chegar ao portão de entrada. Nessa caminhada pela Avenida do Cursino, indo do lado direito da cerca sentido São Paulo - Taboão -Diadema, eu vi algo refletir dentro da Reserva Florestal (Parque do Estado). Fiquei curioso para saber o que era aquilo, adentrei por baixo do arame farpado, peguei o objeto e logo percebi que era um projétil (bala de arma de fogo) que estava um tanto enferrujado. Coloquei no bolso e fui embora para o zôo.

E lá vou visitar o famoso zoológico de São Paulo. Anda pra lá, anda pra cá, já tinha visto quase tudo e só faltava ver o hipopótamo. Fui seguindo as placas indicadoras e logo o encontrei.

Fiquei ali observando o tamanho do animal, e nas proximidades outras pessoas por ali estavam. O fato é que tinham três senhores vestidos de terno que, pelo que eu escutei eles falarem, eram estrangeiros (isto porque eu não entendi nada). Outra coisa é que, num domingo de calor, nós brasileiros somos acostumados a ir num lugar deste vestido de bermuda e bem à vontade.

O grandioso animal saiu do tanque de água e começou a usar o seu lança fezes (bazuca) justamente na direção dos gringos, acertando em cheio um deles bem na gravata. Todos que ali estavam caíram na gargalhada. Os gringos ficaram envergonhados com a tal cena e sumiram dali.

Outro fato que também foi engraçado foi que o gorila estava na sua toca, e não sei por que, quem sabe talvez em razão de tanto barulho que as pessoas faziam, ele simplesmente virou pros lados  do povão, evacuou na sua mão e começou a arremessar fezes em nossa direção. Por nossa sorte, devido à distância, ninguém foi atingido, e assim foi um domingo no zoológico de São Paulo.

Dias depois eu peguei a bala de revolver que tinha achado e resolvi fazer uma brincadeira. Botei a bala calibre 45 num pé-de-ferro (ferramenta de sapateiro) e, com uso de uma marretinha, tentei detoná-la. Apontei a marretinha na bala, errei e na segunda, "bum...". Uma fumaceira tomou conta do lugar, cheiro de pólvora, parecia som de um rojão. Com a explosão eu caí de lado, por sorte eu não coloquei a bala na minha direção e sim do lado oposto, mas levei um susto danado, e nunca mais quis saber de mexer com bala de arma de fogo.

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