9º ano – História – Prova 2º bimestre

9º ano – História – Prova 2º bimestre

Aulas 11 e 12 – apostila Objetivo

Os loucos anos 20
Cultura europeia características:
Belle Époque – fim do século XIX até 1ª Guerra Mundial (balés, livrarias, óperas)
Art nouveau – “nova arte” cores vivas e curvas sinuosas
Burguesia europeia
A elite no Brasil copia a cultura europeia nos grandes centros urbanos (São Paulo, Rio de Janeiro)
No Brasil, o movimento segue até1922.
Pós 1ª Guerra Mundial (1914-18)
Modernidade:
Do veloz, do efêmero, da valorização das máquinas e das técnicas.
Influenciados pelos franceses, o modernismo se torna referência da vanguarda artística.
Abandono do academicismo, resultando em novas formas de expressão artística:
Dadaísmo – anárquico, irreverente, objetos comuns do cotidiano, ênfase no absurdo, conteúdo sem lógica; Ex: Tristán Tzara, Marcel Duchamp.
Cubismo – substituída a perspectiva por forma geometrizada; Ex. Picasso.
Expressionismo – deformação da realidade, refletir emoções; Ex. Brueghel, Goya, Munch.
Surrealismo – rejeição da lógica e da razão, ir além da consciência; Ex. Dali, Magritte.
Novas manifestações:
Jazz, cinema, fotografia, rádio.
Mulheres ocupam espaço na sociedade
“American way of life”
O que é ser moderno?
Brasil absorve as influências internacionais.
Foco: cidade – circulação de jornais e revistas; rádio (ditam o padrão cultural)
Elite cafeeira
Semana de arte moderna de 1922:
Nova linguagem com novas propostas
Causou hostilidade do público
Artistas:
Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Vitor Brecheret
Oswald de Andrade, Mario de Andrade, Manuel Bandeira, Menotti Del Picchia
Heitor Villa Lobos, Guiomar Novaes
Os ventos da Política “anos 20”
 Regimes totalitários – final dos anos 20
Fascismo – Mussolini – Itália
Nazismo – Hitler – Alemanha
Socialismo – Stállin – URSS
Brasil
Café em São Paulo
Aristocracia cafeeira
“República do Café com Leite”
Cidades – trabalhadores – ideias comunistas
Movimento tenentista – jovens oficiais do exército: criticavam a estrutura do Exército e as intervenções oligárquicas
Ala esquerda pregava reformas sociais, melhoria para os operários, nacionalismo e melhoria da situação no campo; Defesa do voto secreto, reforma administrativa, independência do judiciário, reforma e gratuidade do ensino, moralização das instituições e das eleições.
Buscavam a superação das oligarquias que estavam no poder e utilizavam o Estado para benefício próprio.
5 de julho de 1922: 17 tenentes se rebelaram contra o governo civil da época: “Os 18 do Forte”
1924 – novo levante em São Paulo; combates na cidade com o apoio de outros Estados.
1924 – Coluna Prestes: Capitão Luís Carlos Prestes liderou uma revolta no R. G. do Sul.
Marcha: pregando a luta contra a dominação das oligarquias, marchou pelo país com um exército.

Aula 13 - Apostila Objetivo

Economia Brasileira anos 20
Café + borracha e açúcar = produtos de exportação brasileiros
Economia agroexportadora com fraca industrialização
Política de valorização do café + flutuações dos preços internacionais do café + empréstimos no exterior tomados pelo governo = compra do excedente de café pelo governo dentro de um quadro de superprodução do produto.
Crise de 29
Crise de superprodução ocorrida nos EUA
1919-29: anos de prosperidade.
Novas fontes de energia: petróleo e energia elétrica
Criação de novas indústrias (automobilística, cinema, eletrodomésticos)
Crescimento da produção
Aumento dos bens de consumo
Caminho para a crise:
Mercado aquecido;
Ações da empresas são negociadas na Bolsa de Valores de Nova Iorque;
Governo aumenta as vendas a prazo para a população;
Outros países dependem das importações de produtos pelos EUA;
Especulação na Bolsa de Valores – criação de uma bolha especulativa sobre as ações das empresas.
Produtos começaram a encalhar nas prateleiras – crise de superprodução.
Preços das ações caíram um terço = falência de empresas, desemprego, fome
EUA param de importam – países do mundo sofrem com a Crise econômica – democracia liberal foi abalada.
Grande Depressão – 14 milhões de desempregados
Roosevelt EUA – 1933 New Deal – novo acordo: investimentos do Estado na Economia: distribuição de renda, geração de empregos, controle da economia, grandes obras públicas
No Brasil, falência de cafeicultores brasileiros gera as condições para a Revolução de 30. (texto p. 59o café e a Crise de 1929.
Revolução de 30
1ª República – 1989-1930
Problemas econômicos nos anos 20 – contestação do poder oligárquico dos cafeicultores
Crise de 29 quebrou financeiramente a elite cafeeira
Eleições de 30
Presidente Washington Luiz (PRP) – representante da elite cafeeira paulista
Minas Gerais lançaria um candidato à presidência apoiado pelos paulistas. Os paulistas indicaram o paulista Júlio Prestes.
Os mineiros se sentiram traídos e, juntamente com a oligarquia do R. G. do Sul e da Paraíba + o Partido Democrático, constituíram a Aliança Liberal, que lançou Getúlio Vargas como candidato.
Revolução de 30 – Os paulistas venceram as eleições, entretanto, Vargas derrubou o presidente Washington Luiz por meio de um golpe armado, assumindo o poder de 1930 até 1945.
Setores sociais reivindicavam um governo forte, autoritário, que promovesse o avanço econômico e social.


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